
30 de maio • Sábado • 16h às 20h • Zoom
Para a maioria das pessoas, o primeiro encontro profundo com a música clássica veio através de grandes compositores como Chopin, Schubert, Liszt, Schumann, Brahms, Tchaikovsky, Strauss, entre outros.
Sabe o que esses gênios têm em comum? Viveram uma era de liberdade criativa sem precedentes: o Romantismo musical.
Mas por que essa música ainda nos toca tanto? No dia 30 de maio, vamos descobrir isso juntos.
O Romantismo foi o momento em que a música passou a falar sobre o próprio ser humano — seus anseios, seus medos, seus amores, suas perdas.
Um noturno de Chopin não é apenas uma composição sobre a noite: é uma paisagem interior, um estado de alma posto em sons. Uma canção de Schubert não descreve o mundo lá fora — ela descreve o que se passa aqui dentro.
Essa música é carregada de humanidade. E talvez seja por isso que ainda nos alcança duzentos anos depois. Mas há mais do que isso.




Não na música — mas nas palavras. Na poesia e nos romances que os compositores liam, amavam e transformavam em sons.
De lá, vamos escutar. Chopin e Schubert serão nossos primeiros guias para entender como esse novo pensamento chegou à música — e como ela mudou para sempre.
E vamos terminar com Tchaikovsky — e com uma das obras mais impressionantes do repertório romântico. Uma música que não apenas soa como o Romantismo, mas o encarna da maneira mais visceral.
Porque dentro dela há uma história, uma das mais antigas e devastadoras da literatura universal. Prepare-se.
Veja o que já disseram sobre experiências como essa:
"Passei a perceber aquilo que antes estava escondido à minha percepção musical."
— Juliana
"A autoestima minha foi trabalhada — porque você acha que nunca vai entender aquilo."
— Luciana
"Não foi uma absorção musical sem paladar."
— João Lauro
Thiago Santos é maestro com mais de 15 anos de carreira. Mestre em música pela UFRJ e pelo Royal Northern College of Music, na Inglaterra. Atuou como regente assistente da BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic e dirige regularmente orquestras brasileiras.
Em 2020, resolveu começar a usar as redes sociais para aproximar as pessoas da música clássica. Desde então, ministra cursos sobre apreciação de música clássica pela internet. Criou a Escola do Ouvido e a Confraria Musical Hélicon.

